segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

VoIP móvel está a caminho

Por COMPUTERWORLD
12 de fevereiro de 2007 - 08h30

Quase um ano depois da Skype roubar as manchetes do 3GSM World Congress com planos de oferecer uma versão móvel de seu telefone pela internet, uma dupla de empresas iniciantes - e não a pioneira na telefonia pela internet propriamente dita - parece ter encontrado uma forma de fazer este tipo de serviço funcionar, tanto técnica como comercialmente.

Nesta semana, a Jajah Inc.anunciou o novo serviço VoiP móvel que permite a usuários de smart phones fazer chamadas de mais baixo custo e, em alguns casos, ligações internacionais gratuitas. Aos clientes basta acessar o portal da Jajah através do navegador dos seus aparelhos e registrar seu nome e senha.

O lançamento do Jajah Mobile Web veio no rastro de um outro serviço de VoiP móvel oferecido pela Fring Inc., que, ao contrário da Jajah, exige que os usuários baixem um software e os instalem em seus handsets habilitados à internet. O serviço da Fring oferece aos usuários acesso a serviços VoiP peer-to-peer, como Skype e Google Talk.

A Microsoft também demonstra ter interesse em participar do movimento VoiP móvel. Nesta semana, durante o 3GSM World Congress, em Barcelona, a gigante de software vai demonstrar uma nova versão do sistema operacional Windows Mobile que supostamente permitirá que operadoras e fabricantes de aparelhos adicionem a funcionalidade VoiP nos dispositivos que rodem o Windows Mobile.

Todos esses anúncios, e muitos outros que são esperados no congresso, acontecem enquanto a Skype, que atordoou a indústria de telefonia móvel no ano passado com seus planos em VoiP, reconhece obstáculos técnicos e comerciais para lançar o serviço.

Em recente entrevista a um jornal finlandês, o co-fundador e presidente da Skype, Niklas Zennström, admitiu os percalços técnicos e reconheceu que os esforços para tornar o serviço móvel vão levar "mais tempo do que se esperava".

Na feira Consumer Electronics Show , em Las Vegas, no mês passado, Eric Lagier, diretor de desenvolvimento de negócios da Skype, citou a falta de atratividade das tarifas fixas de muitos dos serviços móveis como um dos entraves comerciais do VoiP móvel.

No 3GSM World Congress do ano passado, a Skype e a operadora Hutchison 3 Group anunciaram uma parceria para criar o que elas esperavam que se tornaria o primeiro serviço comercial de voz sobre IP em aparelhos móveis.

John Blau-IDG News Service (Alemanha)

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Casas Bahia contrata serviços Embratel

Apesar de existir a cinco anos como departamento, o Contact Center das Casas Bahia ganhou vida própria há cerca de seis meses, quando se transformou em uma empresa prestadora de serviços.

O investimento na nova empresa foi de R$ 5 milhões, porém a empresa não detalha o quanto gastou nos equipamentos e na rede de comunicação. A infra-estrutura de telecom utilizada abrange fibra óptica interligando os andares, distribuição de CAT-6 e thin client nas posições de atendimento com Linux e Windows, além de utilização de VoIP do Contact Center para a matriz da Casas Bahia.

A Embratel foi escolhida para a prestação de serviços de telefonia local, DDD e DDI com tecnologia 100% digital. A operadora disponibilizará as contas de cobrança em mídia eletrônica, permitindo o controle e o monitoramento de todos os acessos feitos a partir dos PAs (pontos de atendimento).

O call center de cobrança da empresa conta com 750 funcionários, que se revezam em 244 máquinas. No entanto, a intenção da rede varejista, segundo Jorge Azevedo, diretor de telecomunicações da Casas Bahia, é expandir o número de PAs para 700, aumentando a equipe de colaboradores para cerca de dois mil atendentes.

Estima-se que o novo call center da Casas Bahia fará, em média, 20 mil ligações diárias, todas efetuadas e monitoradas com tecnologia 100% digital, que possibilita a conexão das centrais PABXs dos clientes diretamente às centrais da Empresa.

Fonte: IDG Now!

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Tecnologia VoiP: instale várias linhas em um só aparelho

Quem ainda não se rendeu a tecnologia VoiP tem mais um motivo para se apressar. Trata-se do TrinnVoiP. O usuário compra o aparelho de telefone da empresa , podendo utiliza-lo de qualquer lugar, desde que haja um ponto de energia e de rede.

A novidade é a seguinte: a possibilidade de obter número remotos, que permitem instalar linhas dos principais estados brasileiros em um único aparelho. A utilização é através de créditos pré-pagos e a habilitação é feita por um serviço de helpdesk de forma rápida e fácil. A TrinnPhone oferece, até o Carnaval, R$200 reais para falar de qualquer lugar do mundo na compra de um aparelho TrinnVoiP. É a tecnologia facilitando sua vida!


Fonte: O Debate

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VoIP : Operadora norte-americana lança pen-drive com software para VoIP

O V-Phone, da Vonage, tem memória de 250 MB e dispensa a instalação de software para fazer ligações via IP


vphone 200A

Vonage, operadora norte-americana de telefonia sobre IP, lançou o V-Phone, um dispositivo portátil com entrada USB que, ao ser plugado em qualquer PC, habilita-o a fazer ligações por meio de telefonia sobre IP (VoIP).

Não é necessário instalar o software no PC em que for utilizá-lo; basta uma conexão à internet banda larga .

Em formato de pendrive — não só a forma, já que tem memória flash de 250 MB de capacidade de armazenamento —, o acessório ainda vem com entrada para headset e custa 39,99 dólares.

Por 500 minutos de ligações locais e interurbanas, o usuário deve pagar ainda 14,99 dólares por mês pelo serviço.


Fonte: PC World


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terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Telefonia IP superará vendas de tradicional no Brasil

São Paulo, 6 de Fevereiro de 2007 - Com meio milhão de novas linhas estimadas até 2008, tecnologia avança nas empresas. A adoção da telefonia IP pelas empresas brasileiras vai ganhar impulso neste e no próximo ano, período em que devem ser comercializadas mais de meio milhão dessas linhas. Dois dos principais fornecedores de tecnologia, Avaya e Cisco Systems, estimam que em 2008 as vendas corporativas de linhas IP devem ultrapassar as de tradicionais.
Para 2007, a previsão é de 305,27 mil linhas comercializadas, salto de 45,7% em relação às 209,48 mil previstas para o ano passado, segundo dados da Frost &Sullivan, fornecidos por uma empresa do setor. Já em 2008, com crescimento de mais 18,3%, as vendas devem chegar a 361.788 linhas de IP. No total, há mais de 8 milhões de linhas telefônicas convencionais em funcionamento nas empresas no País.
"No final da década não vai ser possível encontrar no mercado telefonia tradicional para corporativo", prevê o diretor de desenvolvimento e novos negócios da Cisco, Rodrigo Uchoa.
Na fabricante Nortel Net-works, a estimativa é que já este ano as vendas de equipamentos VoIP feitas por meio das operadoras supere a tecnologia convencional.
Incluindo PABX IP puro, híbrido (que ainda utiliza parte dos equipamentos tradicionais) e IP phones, o Brasil representa um pouco mais de 20% do mercado latino-americano, de US$ 196,7 milhões em 2005, e deve avançar a uma taxa composta anual de 23% até 2011.
"Há uma crescente adoção, principalmente, de plataformas híbridas, o que é natural e já mostra que as empresas querem migrar para telefonia IP", afirma a líder de pesquisa da Frost & Sullivan, Kristin Crispin. Poucas empresas estão investindo hoje em IP puro, muito caro ainda, compensando apenas na construção de novas operações, sem rede pronta.
Mesmo que o foco de Alcatel, hoje Alcatel-Lucent, e Siemens ainda seja a telefonia tradicional, as duas companhias vêm se esforçando para ampliar as vendas de plataformas convergentes. "Se hoje elas oferecem plataformas híbridas, poderão avançar com IP no futuro", diz a analista.
No ano passado, as vendas da Alcatel de soluções IP dobraram no País, segundo o diretor geral da divisão de mercado corporativo da subsidiária, Lourinaldo Silva. "E essa é uma tendência que deve se manter até 2010. Estamos no ‘timing’ no mercado", diz.
Para ganhar escala no País, a Alcatel está ampliando seu canal de distribuição de produtos. Desde agosto, o número de parceiros certificados pela companhia francesa saltou de 12 para os atuais 48. E, agora, acaba de fechar parceria com um grande distribuidor local, a Network1, que, com mais de 7 mil revendas ativas, comercializará todo o potfólio de voz e dados da Alcatel-Lucent. A empresa brasileira, que também distribui os produtos da Avaya, espera que já neste ano as soluções da Alcatel representem 10% do faturamento, segundo o diretor, Adilson de Carvalho.
Com forte presença em contact centers, a Avaya conquistou 100 novos clientes no ano passado e mantém taxas anuais de crescimento de dois dígitos no País. De acordo com o diretor geral da Avaya Brasil, Luiz Fernando Camargo, hoje entre as propostas de contact center cerca de 80% já são relacionadas a telefonia IP. Mas a estratégia também é avançar em novos mercados como governo, setor farmacêutico, hotelaria e utilities.
Na Cisco, 15% de todas as vendas no último ano fiscal no Brasil já foram de sistemas de comunicação IP. É um crescimento de 40% em relação ao ano anterior. A meta é expandir em 20% no próximo ano fiscal que termina em julho. "Essa área deve crescer 50% a cada ano", prevê Uchoa.
Distribuidora da Cisco e uma das maiores do País especializada em tecnologias de redes de comunicações, a Mude está registrando esse crescimento de 40% ao ano com o negócio.
Outro aposta da Avaya é o segmento de médias empresas, diz Camargo. Esse mercado já é alvo de fornecedoras como a japonesa Nec, cujas vendas para o setor cresceram 60% em 2006. O principal produto é um PABX que suporta tanto a comunicação tradicional como IP. Para manter o crescimento, a empresa pretende fechar 2007 com 80 parceiros certificados. "Mais do que estratégia de canais, as fabricantes passaram a ter produtos adaptados para pequenas e médias", comenta Kristin, da Frost & Sullivan.
(Colaborou Carlos E. Valim)(Gazeta Mercantil/Caderno C - Pág. 1)(Ana Carolina Saito e Rogério Godinho)


Fonte: Gazeta Mercantil


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Telefonia IP e comunicação móvel beneficiam mercado de audioconferência

Estudo feito pela consultoria Frost & Sullivan aponta que as empresas latino-americanas estão buscando cada vez mais os serviços de audioconferência, principalmente como uma alternativa mais barata às viagens de negócios. Esse mercado, segundo a consultoria, tem sido amplamente favorecido pelo avanço da telefonia IP e da comunicação móvel.

Nos próximos 4 anos, as receitas com esse tipo de serviço devem aumentar quase 10% ao ano, chegando a US$ 27,1 milhões. Em 2005, o montante gerado foi de US$ 15,8 milhões, de acordo com a consultoria.

Basicamente dois tipos de prestadores oferecem o serviço: as operadoras de telefonia fixa e companhias que alugam linhas das operadoras, cujos clientes são, em sua maioria, empresas multinacionais com grande dispersão geográfica dos escritórios.

O Brasil é responsável por quase 65% de toda receita gerada com audioconferência na América Latina. Plataformas modernas que suportam redes IP e uma cultura mais aberta ao uso do serviço garantem a liderança ao País. O México ocupa a segunda posição em termos de receita gerada.

Apesar das boas perspectivas, a Frost & Sullivan considera que este mercado ainda se encontra em estágio inicial. Segundo Kristin Crispin, líder de pesquisa da consultoria, mesmo existindo há anos, o serviço de audioconferência ainda não tem uma penetração massiva em todo território latino-americano.

Outro problema que impede o crescimento é a falta de interesse das prestadoras de serviço em fazer publicidade , aponta Victor Casiano, analista de pesquisa da Frost& Sullivam. A baixa demanda de IP-PBX com capacidade para conferências também contribui para retardar o crescimento.


Fonte: Decision Report


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VoIP exige uma discussão regulatória imediata

O presidente da Brasil Telecom, Ricardo Knoelpfelmacher, minimizou o efeito de VoIP na receita de serviços de telefonia na operadora, mas afirmou que o tema é importante e que requer, o quanto antes, a discussão de temas, que já movimentam órgãos regulatórios e provedores em outros países, entre eles, a questão da rastreabilidade das ligações VoIP e da neutralidade das redes.

"A rastreabilidade é uma exigência legal. No VoIP é impossível rastrear qualquer ligação. Não há como saber e os órgãos de segurança precisam estar cientes deste aspecto tecnológico", destacou o presidente da BrT.

A questão da neutralidade das redes é a mais polêmica de todas já que envolve o uso da rede das operadoras incumbents pelos provedores de VoiP para assegurar a qualidade do serviço. "Sei que não é um tema fácil, mas terá que ser posto à mesa, mais cedo ou mais tarde e isso irá para o órgão regulatório", declarou Knoelpfelmacher.

Exemplos de embates na área não faltam. Nos Estados Unidos, as operadoras incumbents, especialmente, a Verizon, questionou o fato de ter de ceder infra-estrutura à Vonage, pioneira na oferta de VoIP, em função da neutralidade de rede.
Do ponto de vista da receita da Brasil Telecom, VoIP tem sido até um indutor de receita na área de serviços móveis, uma vez que a maior parte dos usuários se utiliza do serviço através de conexões banda larga , ofertadas pelo ADSL .

No mercado corporativo, VoIP também é um indutor de negócios, uma vez que as empresas contratam uma solução de dados corporativa, no caso VPNs, onde utilizam a rede IP da Brasil Telecom para realizar o tráfego das suas redes de voz, dados e imagens. "Na verdade, VoIP terminou não sendo o bicho papão que se imaginava", completou o presidente da Brasil Telecom.

De acordo ainda com o vice-presidente financeiro da operadora, Charles Putz, o impacto do serviço NetFone, da Net/Embratel, na área de atuação da BrT foi "mínimo". O executivo lembra que a BrT é a única operadora de telefonia fixa que tem,de fato, uma concorrente: a GVT.

"O NetFone é mais uma concorrente para enfrentarmos, como já enfrentamos a GVT, uma situação diferenciada em relação às demais concessionárias", completou. A Brasil Telecom registrou, em 2006, um lucro de R$ 470 milhões, o primeiro da sua história.


Fonte: IDG Now!


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